segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Trabalhos Cultura Africana Artes e Inglês RCAM 2019

O mês de Agosto, foi o mês em que várias disciplinas , professores, alunos e comunidade escolar em geral se reuniram para desenvolver trabalhos voltados à Cultura Africana, em que a Escola Rita de Cássia, desenvolveu trabalhos com os alunos em vários campos do conhecimento como História, Artes, Dança, Línguas, Literatura, Teatro e tantos aspectos da Cultura Africana, junto com o Projeto História e Cultura Afro-Brasileira. Sendo assim, adisciplina de Artes e Inglês se juntaram para trabalhar alguns aspectos da Cultura Africana em vários temas:

1. Tema 1: Cultura Afro-Brasileira


Cultura afro-brasileira é o conjunto de manifestações culturais predominantes no Brasil, formada a partir da junção de elementos da cultura dos povos africanos que foram trazidos como escravos para o país durante o período colonial.
A cultura afro-brasileira é caracterizada e construída pela incorporação das expressões culturais dos africanos com outras tradições e culturas que formam a identidade brasileira, como a indígena e a europeia.
 

2. tema 2: Super Heróis Negros



Olhar para a história dos quadrinhos é olhar para a evolução da sociedade moderna. Ao longo das décadas de páginas, vemos as histórias e personagens frequentemente refletirem os grandes temas, esperanças e medos que se sentiam na época em que foram escritos.
Agora olhamos para o legado dos quadrinhos em matéria de representatividade e inclusão de importantes heróis e heroínas negros.
 

3. Tema 3: Símbolos e Adaptações Africanas



4. Personalidades Negras



5. Tema 5: Frases e Provérbios Africanos


O conhecimento é como um jardim: se não for cultivado, não pode ser colhido!
Provérbio africano

“Conhecimento sem sabedoria é como água na areia.” – Provérbio guineense

“Não deixe o que você não pode fazer afastá-lo do que você pode.” – Provérbio ashanti
“Quem vê a beleza e não olha diretamente para ela, logo será pobre.” – Provérbio yoruba
“Conhecimento é melhor que riquezas.” – Provérbio de Camarões
“Aquele que aprende, ensina.” – Provérbio etíope
“O conselho é um estranho; se ele for bem-vindo, fica para passar a noite. Se não, vai embora no mesmo dia.” – Provérbio Malgaxe
A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.” Nelson Mandela
“Uma boa cabeça e um bom coração formam sempre uma combinação formidável!” Nelson Mandela
“A maior glória em viver não está em nunca cair, mas em levantar cada vez que caímos.” Nelson Mandela
“Depois de escalar uma grande montanha se descobre que existem muitas outras montanhas para escalar.” – Nelson Mandela
“Tudo sempre parece impossível até que seja feito.” – Nelson Mandela
A verdadeira medida de um homem não se vê na forma como se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas em como se mantém em tempos de controvérsia e desafio.

Para ver mais fotos do albúm "Trabalhos da Cultura Africana trabalhados em sala com os alunos":









quinta-feira, 20 de junho de 2019

São João RCAM 2019 e Jackson do Pandeiro


Veja como foi o São João do Rita de Cássia, com o tema de Jackson do Pandeiro.

Albúm de fotos “São João RCAM 2019”:
 







 


Video São João RCAM 2019:



Festa junina

Festas juninas, festas dos santos populares ou celebração do meio do verão (em inglês: Midsummer ) são o período centrado no solstício de verão (no hemisfério norte) e de inverno (no hemisfério sul) e, mais especificamente, nas celebrações do Norte da Europa que ocorrem entre 19 de junho e 25 de junho. As datas exatas variam entre as diferentes culturas.
Essas celebrações são particularmente importantes no Norte da EuropaDinamarca, Estónia, Finlândia, Letônia, Lituânia, Noruega e Suécia −, mas também ocorrem em grande escala na Irlanda, na Galiza, em partes do Reino Unido (especialmente na Cornualha), França, Itália, Malta, Portugal, Espanha, Ucrânia, outras partes da Europa, e em outros países como Canadá, Estados Unidos, Porto Rico, Brasil e Austrália

Video 1: Festas Juninas:


Jackson do Pandeiro

José Gomes Filho, o Jackson do Pandeiro, nasceu em Alagoa Grande, na Paraíba, em 31 de agosto de 1919. Vindo de uma família de artistas populares – a mãe era cantora de pastoril –, sua história reforça a influência da cultura negra na música nordestina. Jackson é considerado um dos maiores ritmistas da história da MPB. Em 54 anos de carreira, foi responsável, ao lado de Luiz Gonzaga, pela popularização nacional de canções nordestinas.

No início da década de 1940, mudou-se para João Pessoa, onde tocou em cabarés e depois na Rádio Tabajara até 1946. Em 1948, foi trabalhar na Rádio Jornal do Comércio, em Recife. Lá, por sugestão do diretor do programa, ganhou o nome artístico Jackson, considerado mais sonoro.

Somente em 1953, já com 35 anos, Jackson gravou o seu primeiro grande sucesso, Sebastiana, que já era uma amostra de suas inovações estéticas, com improvisações de vocalizações com tempo variado. Logo depois, emplacou outro sucesso: Forró em Limoeiro, rojão composto por Edgar Ferreira.

Em Recife, conheceu sua esposa e parceira, Almira Castilho, uma ex-professora que cantava mambo e dançava rumba. Jackson e Almira formavam uma dupla no palco e na vida. A união durou até 1967, quando se desfizeram a parceria e o casamento.

No Rio, apresentou-se nas rádios Tupi e Mayrink Veiga, e foi contratado pela Rádio Nacional. Jackson fez muito sucesso com O Canto da Ema, Chiclete com Banana, Um a Um e Xote de Copacabana. A crítica se encantava com sua facilidade para cantar gêneros musicais variados: baião, coco, samba-coco, rojão e marchinhas de carnaval. Seu primeiro álbum, Sua Majestade - O Rei do Ritmo, saiu em 1954 pela Columbia.

Durante a década de 1950, Jackson e Almira ganharam projeção nacional e começaram a atuar em filmes populares, como Minha sogra é da polícia, Cala a boca Etelvina, Tira a mão daí e Batedor de carteiras.

Com a Tropicália, houve o resgate da música nordestina. Gilberto Gil regravou com sucesso, em 1972, a música Chiclete com Banana. Anos depois regravou também O Canto da Ema e A Cantiga do Sapo. Gal Costa interpretou Sebastiana, e Alceu Valença convidou Jackson para cantar em dupla o coco-elétrico Papagaio do Futuro.

Em 1981, gravou seu último trabalho, pela Polygram, Isso é que é forró. Em 10 de julho de 1982, durante uma excursão no Rio de Janeiro, Jackson do Pandeiro faleceu em decorrência de complicações de uma embolia pulmonar e cerebral.

Discografia:

 
  • "Sua Majestade o Rei do Ritmo" (Columbia - 54)
  • "Jackson do Pandeiro" (Columbia - 55)
  • "Forró do Jackson" (Columbia - 56)
  • "Os donos do ritmo"(Copacabana - 58)
  • "A tuba de muié" (Copacabana - 61)
  • "O Cabra da Peste" (Copacabana - 63)
  • "Sina de Cigarra"(CBS - 72)
  • "Se tem mulher tô lá" (Chantecler -74)
  • "Um nordestino alegre" (Chantecler - 76)
  • "Nossas raízes" (Chantecler - 79)
  • "Isso é que é forró" (Polygram - 81) 

 Video 1:

Video 2: